GOSTAVA DE ESTAR VIVA PARA VÊ-LOS SOFRER!

[ a partir de “DE ALGUM TEMPO A ESTA PARTE” ]

Max Aub

Não quero que ninguém me conforte”, com estas palavras Emma resiste ao esquecimento e mitiga a sua própria amargura, causada por todas as perdas que lhe provocaram as guerras. Trazer Max Aub ao palco é uma oportunidade para fazermos muitas perguntas sobre Identidade, sobre o que somos e o que perdemos, cada vez que ignoramos aqueles que foram forçados a deixar o seu país e a sua vida. E assim serem condenados à prisão perpétua do esquecimento.

Ignácio Garcia

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